quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Alunos da UATI presenteiam crianças no Antenor Garcia

As criaças que participam das atividades sócio-culturais no Núcleo Cultura Rosa de Nazaré receberam presentes dos alunos da Universidade Aberta da Terceira Idade (UATI), no mês de outubro. Cada aluno escolheu uma criança e comprou um presente de acordo com o sexo e a idade da criança.

contação de histórias
preparação do lanche
hora do lanche
recebendo os presentes
recebendo os presentes
crianças que participam das atividades sócio-culturais
as mães em oficina de bijuteria
Seja você também voluntário(a) no Núcleo Cultural Rosa de Nazaré. A ONG, de 2006 a 2011, nunca recebeu recursos públicos. Todo o seu trabalho é mantido por voluntários. Aceitamos doações de gibis para a biblioteca. Outras informações com a Cida: cida_6@terra.com.br 

terça-feira, 8 de novembro de 2011

2011, um ano com muitas realizações

O ano ainda não terminou, mas já foi um dos mais produtivos do projeto Homospiritualis desde a sua criação em 1999. Nossa intenção era terminar o projeto em 2010, pois, quando foi criado, a idéia era atuar durante a década da cultura de paz (2001-2010). Mas o sucesso foi tanto que recebemos inúmeras sugestões para que o trabalho continuasse. No início de 2011 criamos a Edições Homospiritualis para iniciar a publicação das pesquisas realizadas pelo projeto, o que deu muito certo e vem sendo um sucesso. Em parceria com a Editora Rima, lançamos duas coleções de livros: "Cultura de Paz e Mediunidade" e "Educação e Espirituualidade". A primeira já publicou quatro livros e, ainda em novembro, publicará mais um exemplar (veja abaixo todos os títulos). A segunda teve início em outubro com o livro "A arte de envelhecer com saúde integral e paz interior" e, em 2012, publicará mais 2 títulos.
E muito mais importante foi reiniciar o atendimento gratuito de saúde para a população. No início do ano retomamos os atendimentos com o Reiki que, em seguida, se transformou no que estamos chamando de "atendimento espiritual de saúde", realizado através de uma equipe de médiuns incorporados durante as sessões. A essência do trabalho é a mesma do Reiki, mas o consulente tem a oportunidade de conversar com a equipe médica incorpórea que coordena os trabalhos e são realizados, simultaneamente, atendimentos de animagogia com seres incorpóreos, se necessários.
E agora, no dia 12 de novembro, este atendimento será extendido para o bairro Antenor Garcia, um dos mais carentes da cidade. Além das atividades sócio-culturais já realizadas no Núcleo Cultural Rosa de Nazaré, a comunidade local poderá participar deste tipo de atendimento que começará às 16 horas e será totalmente gratuito. O endereço do núcleo é o seguinte: rua José Geraldo Machado, 1274.
Outras novidades estão previstas  para 2012. Para revitalizar também as atividades sociais do Núcleo Cultural Rosa de Nazaré, entramos em contato com o vereador Robertinho Mori (PV) e vamos tentar transformá-lo em uma instituição de utilidade pública. Além disso, estamos  cadastrando novos voluntários para atuar com atividades sócio-culturais com as crianças, jovens, adultos e idosos no bairro e também abrindo a inscrição para novos sócios, que poderão participar da próxima diretoria a ser eleita no ano que vem. Interessados em  participar como voluntário, realizando alguma atividade sócio-cultural, ou se associar ao núcleo podem entrar em contato ou com o Adilson (asamar_sc@hotmail.com) ou com a Cida (cida_6@terra.com.br).
para quem ainda não conhece o trabalho do Núcleo Cultural Rosa de Nazaré, o vídeo abaixo apresenta um pouco do que lá é realizado:
http://www.youtube.com/watch?v=kcYB05wUMBA.

No dia 17 de março de 2012, o núcleo sediará a 2ª Jornada de Educação e Espiritualidade de São Carlos. O tema será "quando a emergência espiritual acontece na escola" e terá como convidada a psicóloga transpessoal Sueli Meirelles, que esteve na cidade em 2007, na 1ª Jornada de Saúde e Espiritualidade de São Carlos, realizada no auditório da FESC. No evento, ela estará autografando seu novo livro "Do divã à espiritualidade", que já pode ser adquirido na sede do projeto Homospiritualis, na rua 9 de julho, 1380, sala 15.
Veja a seguir a lista dos livros publicados em 2011 na coleção Cultura de Paz e Mediunidade:
volume 1 - História oral, imaginário e transcendentalismo: mitocrítica dos ensinamentos do espírito pai Joaquim de Aruanda.
volume 2 - Terapia Vibracional Integrativa: uma meditação comunitária, bionergética e transpessoal.
volume 3 - Gênero e espiritualidade: introdução ao estudo das imagens e do imaginário do invisível.
volume 4 - Apometria: o poder da mente e a mediunidade a serviço da regeneração espiritual da Terra.
volume 5 - Educação após a morte: princípios de animagogia com seres incorpóreos (edição revista e ampliada).

Projeto Homospiritualis:

http://www.scribd.com/homospiritualis
http://www.youtube.com.br/homospiritualis

domingo, 6 de novembro de 2011

Humanização X Encarnação




Adilson Marques - asamar_sc@hotmail.com

Em meus livros tenho usado um termo relativamente novo no discurso espiritualista: humanização do Espírito ao invés de encarnação. Recentemente, recebi um e-mail de uma leitora de meus livros perguntando se esta expressão seria o mesmo que encarnação. Supondo que outras pessoas também tenham essa dúvida, vamos esclarecer. Não! Humanizar é diferente de encarnar. Podemos dizer que encarnar é uma necessidade do processo de humanização, mas esta não se resume a encarnação.
Encarnar seria o ato de ligar o Espírito eterno a um corpo físico. Este processo significa apenas que o Espírito foi ligado a um corpo e pode, por exemplo, manter sua estrutura psicológica ou egóica. Este é o argumento, por exemplo, de quem não aceita a hipótese de que o mesmo Espírito poderia encarnar como Allan Kardec e depois como Chico Xavier. Não estou aqui defendendo essa idéia, apenas ilustrando uma possibilidade. Se encarnar é apenas ligar o espírito a um novo corpo, realmente não há como um ser racionalista como foi Allan Kardec encarnasse em um homem religioso e sentimental como foi o Chico. Mas quando falamos em humanização, este fato poderia acontecer. Nada impediria que um Espírito tivesse uma encarnação com um Ego extrovertido em uma encarnação e, logo em seguida, uma outra encarnação com um Ego introvertido. 
Porém, vamos abordar o tema não a partir de especulações, mas através da coleta de dados em trabalhos mediúnicos realizados ininterruptamente desde 2001. e, a partir dos dados coletados, podemos inferir que o processo de humanização do Espírito é mais complexo do que uma simples ligação a um corpo material, pois, em nossa opinião, se faz necessário que o Espírito eterno seja ligado a uma nova consciência para viver suas provas e expiações. 
É importante novamente salientar que todos os nossos conceitos ou reflexões são baseadas em trabalhos empíricos e não em doutrinas pré-estabelecidas. Nesse jogo dinâmico entre a teoria e a prática mediúnica, vamos formulando conceitos ou readequando seus uso, em um jogo dialógico que parte da fenomenologia mediúnica e sem a necessidade de justificar uma teoria ou doutrina pré-estabelecida, colocando a mediunidade dentro de regras do tipo "isso pode", "aquilo não pode", pensando o fenômeno a partir de um modelo teórico estanque ou pré-estabelecido. Dito isso, podemos prosseguir na reflexão, utilizando para isso dois exemplos. O primeiro é de uma mulher que nos procurou para atendimento apométrico. Ela afirma que foi estuprada quando adolescente e que seus relacionamentos com os homens nunca foram saudáveis. Sempre se relacionou com homens violentos, agressivos, machistas etc. e, ao nos procurar, gostaria de saber se haveria algo "espiritual" por trás desse insucesso nos relacionamentos afetivos. 
Ao abrir o trabalho desta mulher, uma das médiuns rapidamente sintonizou com uma encarnação da consulente provavelmente no século XVIII, em uma região que hoje seria a Alemanha. A consulente vivenciava uma encarnação como homem e era muito machista. A médium descreveu que o homem frequentava uma espécie de cabaré e que saia com as mulheres que lá trabalhavam. Ele as agredia e as tratava sem nenhuma dignidade, como objetos. Chegou, inclusive, a praticar vários estupros. 
Foi realizado muita energização da consulente e solicitado que ela tentasse perdoar quem a estuprou e os demais homens com quem se relacionou e se desligar dessa energia que a acompanhava, mudando interiormente e com isso atraindo relacionamentos mais saudáveis, mas compreendendo que "colheu o que plantou" no passado, tendo agora a oportunidade de aprender com as vicissitudes que passou ao invés de continuar sofrendo e se fazendo de vítima.
Nesse caso, se apenas o Espírito fosse ligado a um corpo, mesmo que mudando o sexo, ele deveria manter seus interesses, valores e desejos, numa sequência linear entre as encarnações. Mas não é o que constatamos neste caso. O mesmo Espírito teve uma encarnação como homem, sendo muito machista e, agora, em um corpo de mulher, é uma pessoa mais sensível, desejando ardentemente um relacionamento mais saudável com homens, mas só atrai aqueles que foram exatamente como ela no passado. Ou seja, estamos diante de uma situação que podemos chamar de "efeito espelho". Foi necessário para este Espírito encarnar como mulher, ter desejos diferentes daquele que manifestou em outra existência. Em outras palavras, buscasse uma vida diferente daquela que teve no século XVIII, mas atraí para si homens que agem exatamente como agiu no passado, provavelmente para adquirir um aprendizado espiritual. Assim, em tese, supondo ser verdade a informação da médium, foi necessário para a atual encarnação possuir um outro Ego, agora muito mais adequado ao universo feminino, desejando ser amada e compreendida, com valores diferentes daquele que cultuou em outra existência, mas, ao mesmo tempo, "colhendo o que plantou". Provavelmente, se aproveitar a atual encarnação, em uma futura novamente como homem, terá uma atitude muito diferente diante das mulheres. Dificilmente, agirá como no século XVIII.
E o segundo exemplo se baseia em uma viagem que fiz ao Sul do país, realizando palestras em Porto Alegre e cidades da região. Eu fiquei muito magoado ao ver vários índios da etnia Kaingang como se fossem mendigos pelas nas ruas, nas rodoviárias etc., pedindo dinheiro ou vendendo alguns objetos. Provavelmente, senti pena deles por acreditar que tive uma encarnação como índio desta etnia, conforme uma revelação espiritual. E, ao chegar em São Carlos, em uma reunião mediúnica, perguntei ao Espírito que se manifestava como índio e que dizia ter sido meu pai biológico naquela suposta encarnação em que fui um índio kaingang sobre a situação do "nosso povo" e se não poderíamos fazer alguma coisa para ajudá-los a sair daquela situação de miséria e exclusão. 
Ele ouviu atentamente minhas colocações egóicas e disse mais ou menos assim: "é louvável seu interesse em querer ajudá-los, mas é importante ajudar com consciência. Hoje eles estão encarnados como índios, mas ali tem vários Espíritos que ajudaram na dizimação do 'nosso povo', como você falou. Lembre-se que somos irmãos espirituais e não importa a forma que temos hoje, como mulher ou homem, branco ou índio... somos todos Espíritos aprendendo a amar de forma universal. Não queira ajudá-los só porque são 'índios'. Queira ajudar por serem também Espíritos eternos, como cada um de nós, e passando por suas próprias provações. Queria ajudá-los como ajudaria qualquer pessoa que viesse pedir ajuda aqui, não importando a 'roupa' utilizada pelo Espírito".
Suas palavras mexeram comigo, foi como passar por um um "upgrad" no Ego, atualizando meu "sistema operacional". E, a partir daquele momento, passei a ver naqueles "índios excluídos" a presença de Espíritos eternos passando por provas e vivenciando seus carmas e não "coitadinhos". E também foi interessante ouvir um ponto de vista diferente daquele presente no movimento espiritista, particularmente nos livros de Richard Simonetti. Este escritor espiritista escreve que os "bárbaros" invadem a "civilização" através da encarnação. Os "bárbaros" para ele seriam os índios que foram dizimados em suas aldeias e que, em tese, precisariam hoje encarnar na "civilização". Para este autor, por serem Espíritos "inferiores" seriam eles os responsáveis pela "violência urbana". Porém, na ótica desse Espírito que se manifesta como índio, e com uma visão muito mais universalista para mim, os "civilizados" também invadem o mundo "indígena" através da encarnação e "colhem o que plantaram" no passado, vivendo, como no exemplo apontado acima, em um ambiente de exclusão. 
Em nenhum momento o suposto índio que diz ter sido meu pai diz que não possamos tentar mudar essa situação, mas fazer isso sem sentir dó, pena ou qualquer outro sentimento que não seja o verdadeiro amor, e compreendendo que não são "índios" e sim Espíritos eternos, irmãos espirituais vivenciando suas próprias provas e expiações.
E neste caso também podemos constatar que foi necessário a esse suposto Espírito que foi no passado um conquistador, que dizimou aldeias indígenas em nome da "civilização" ter que encarnar como índio e viver na pele um contexto de exclusão social. Foi necessário se ligar a uma nova consciência e não apenas a um novo corpo. E como no exemplo anterior, o "efeito espelho" se faz aqui presente. Na necessidade de viver o "outro lado da moeda", o Espírito pode aprender a ser mais tolerante, mas compreensivo com o outro, com o diferente etc. 
Em suma, encarnar é parte fundamental do processo de humanização do Espírito, mas quando usamos o termo humanização ao invés de encarnação temos como objetivo ressaltar a necessidade de uma nova consciência, criada de acordo com as provas e expiações que o Espírito eterno precisa vivenciar.

São Carlos, 6 de novembro de 2011     

sábado, 5 de novembro de 2011

nosso Pontinho de Luz

Localize abaixo o local de onde irradiamos nossa luz, do centro de São Carlos para o mundo. Nessa pequena sala se localiza nosso pontinho de luz (foto retirada do jornal Primeira Página, dia 04 de novembro, dia do aniversário de São Carlos).
 Rua 9 de Julho, 1380, salas 15 e 21 (esquina com a rua Conde do Pinhal).

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Como comprovei a existência da vida após a morte (especial para o dia de finados)

Muitos cientistas, sejam céticos ou espiritualistas, já fizeram inúmeras experiências para tentar comprovar se existe vida após a morte. Os mais céticos montam complexos laboratórios para que os espíritos apareçam e demonstrem que estão vivos e que tem consciência, podendo advinhar as mais diferentes artimanhas montadas por estes cientistas. Como os espíritos não se interessam por isso, não aparecem e os cientistas passam a dizer que não existe vida após a morte.
Modestamente, acho que a forma de comprovar a existência dos espíritos acontece de forma espontânea e cada pessoa passa por experiências singulares que para ela são suficientes para demonstrar que a vida não se extingue com a morte física. E, enquanto alguns querem comprovar a vida após a morte, agindo como os norte-americanos que durante a "guerra fria" queriam inventar uma caneta que escrevesse no espaço, gastando milhões de dólares, eu agi como os russos que, simplesmente, usaram lápis para escrever no espaço. Ou seja, não fiz nenhum projeto mirabolante e nem gastei dinheiro para comprovar o óbvio. E qual foi a experiência?
Muitos vão achar que é piada. Mas, felizmente ou não, é verdade. Talvez tenha sido, até hoje, o maior "mico" que paguei na atual existência. E, até recentemente, era um "segredo de estado".
Eu estava na USP, na Faculdade de Educação, no dia da defesa do meu doutorado. Era um dia de maio, no ano de 2003. Eu cheguei cedo no local da defesa e sem saber o que fazer, fui até a sala onde aconteceria este importante fato histórico. Ao chegar, a sala estava aberta e eu entrei. Confesso que, apesar de ser uma pessoa relativamente calma, naquele dia estava ansioso e nervoso para defender logo a tese e voltar para casa. E isso não me fez bem. Meu estômago resolveu não trabalhar adequadamente e uma produção de gases letais começou a se formar dentro de mim.
Como eu estava sozinho na sala, achei que não seria problema soltar um dentro dela. Ledo engano! O cheiro foi de matar. Nem eu consegui aguentar e sai de fininho da sala para que ninguém descobrisse nada e fui para o jardim da faculdade para passar o tempo e me livrar daquele incomodo no estômago.
Mais tarde, veio a defesa, me sai bem, tirando a nota máxima e ganhando inclusive uma recomendação para publicação da tese, e voltei para casa feliz da vida.
Dois ou três dias depois, estava novamente entrevistando um suposto espírito chamado Dr. Felipe. Ele se manifestava através de um médium são-carlense, hoje residente em Minas Gerais, e que era inconsciente, ou seja, não se lembrava de nada do que os espíritos falavam ou faziam através dele. Eu vi cenas muito singulares do médium falando em alemão, sem saber nada desta língua ou tocando violão sem saber mais do que duas ou três notas. Mas, apesar dessas façanhas mediúnicas, eu ainda me pegava duvidando, achando que tinha alguma artimanha do médium, algum truque.
E, naquele dia, eu estava entrevistando este ser incorpóreo para minha primeira pesquisa sobre o Reiki, ouvindo a opinão dele sobre o assunto, quando ele mudou o rumo da conversa e comentou sobre efeito danoso que eu provoquei naquela tarde de maio, dentro de uma sala de aula, na mais importante Faculdade de Educação da América Latina.
Eu fiquei branco e perguntei para ele: "como você sabe disso"? "eu estava sozinho na sala"!
E ele, com a maior cara de pau e rindo, respondeu: "eu estava lá; fui ver sua defesa de tese".
Era o fim de um segredo. Não tinha como duvidar que estava conversando com um "morto" ou com o próprio "capeta". Ninguém sabia daquela história e eu achando que estava sozinho na sala de aula quando causei aquela poluição do ar.
Enfim, desde aquele momento, confirmei, sem a necessidade de nenhuma pesquisa patrocinada pela CAPES, CNPq ou FAPESP e sem nenhuma banca formada por renomados cientistas das ciências humanas, exatas e biológicas que a vida continua após a morte. Não houve a necessidade de testes e mais testes, questionários e repetições de experiências. E assim, graças a uma ação humana, demasiadamente, humana, conhecida rotineiramente como peido, eu descobri que a morte não existe.
Enfim, hoje, no dia de finados, quero aqui prestar minha singela homenagem a todos os "mortos", particularmente ao "dr. Felipe" por hoje não mais acreditar na possibilidade de existir vida após a morte, mas por ter certeza que a vida continua sem a necessidade de termos um corpo físico. Hoje só tenho uma dúvida: será que espírito também peida?
São Carlos, 02 de novembro de 2011.
Adilson Marques - asamar_sc@hotmail.com

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Lançado 4° título da coleção Cultura de Paz e Mediunidade


Foi lançado no dia 30 de  outubro, o livro "apometria: a mediunidade e o poder da mente a serviço da regeneração espiritual da Terra". Este é o quarto volume da coleção Cultura de Paz e Mediunidade, editada pela Edições Homospiritualis em parceria com a Editora RiMa, de São Carlos/SP.
O livro é fruto de uma pesaquisa realizada entre os anos de 2005 e 2006 pelo Instituto de Animagogia Círculo de São Francisco que resultou em 3 artigos apresentados em eventos espiritualistas. Em 2010, com a criação do Instituto de Ciências do Espírito, o material foi completamente revisado, ganhando a forma de livro.
A partir de inúmeros estudos de caso, o livro discute os seguintes temas:
1 - A apometria como instrumento para a libertação do ego;
2 - A apometria como heurística para o estudo do suicidio e da eutanásia;
3 - Quando começa e termina uma encarnação;
4 - sofrimento ou felicidade: os caminhos para a iluminação.

O livro fundamenta também a prática apométrica realizada no Núcleo Cultural Rosa de Nazaré, localizado na cidade de São Carlos.
No dia 19 de novembro, sábado, às 16 horas, haverá uma tarde de autógrafos na livraria Sideral, localizada na av. São Carlos, 1931, no centro da cidade.

a revitalização da cultura Tupi