quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Mensagem de despedida - pai Joaquim de Aruada


reproduzo abaixo a mensagem encaminhada pelo médium Firmino José Leite, informando que o espírito pai Joaquim de Aruanda se despediu no último dia 9 de dezembro, na cidade de Peruíbe.
Os que o chamavam de obsessor, quiumba etc. vão comemorar; outros, que o idolatravam, vão lamentar; e outros apenas agradecerão. Fico no último grupo, agradecendo a oportunidade de entrevistá-lo entre os anos de 2005 e 2008, fato que me ajudou a fundamentar a espiritologia, a história oral com os espíritos, e refletir bastante sobre a morte, a condição humana e a vida após a morte.

abraços

Adilson






Mensagem de Joaquim em Peruíbe – 09/12/12



Estava conversando agora a pouco com uma das pessoas que teve como missão, nos últimos quatorze anos, participar da divulgação dos ensinamentos trazidos pelo Espiritualismo Ecumênico Universal. Disse para ela que cada gota de suor derramado e o cansaço que se acumulou ao longo de todos os quilômetros que foram percorridos para que pudéssemos passar nossa mensagem, serviu para que tudo o que conseguimos colocar à disposição dos seres humanizados fosse construído. Cada esforço que foi despendido pelo grupo que teve esta missão foi como um tijolo que contribuiu para a formação da Doutrina Espiritualista Ecumênica e que é responsável pela presença de tantos amigos junto a nós.
Ontem, quando pedimos que as pessoas aqui presentes que falassem sobre o ensinamento que ouviram de nós que mais lhes calou fundo ao coração e ainda que benefício ele havia trazido à vida de cada um, todos foram unânimes em dizer que aquilo que receberam causou bem estar na sua vida. Esta informação deve ser guardada por todos aqueles que ao longo dos últimos anos de uma forma ou de outra contribuíram para que as mensagens trazidas pelo nosso grupo espiritual chegassem ao mundo carnal. A certeza de que o trabalho contribuiu para que pessoas conseguissem uma vivência mais tranqüila e em paz é que deve servir a todos que conosco estiveram e participaram da sua formação como a recompensa pelo esforço despendido.
Na verdade, o que realmente construiu este trabalho não foi a nossa o esforço de alguns ou a presença de outros, mas sim o envolvimento que tanto como quem organizou como quem apenas ouviu teve com o próprio trabalho. Não foi só o envolvimento daqueles que muitas vezes abandonaram suas vidas particulares e abriram mão de compromissos pessoais para se deslocarem a outras cidades e estados para que nossas conversas acontecessem que serviu como tijolo para construir o legado que deixamos. Para que a Doutrina Espiritualista Ecumênica fosse erguida foi preciso o envolvimento de cada um que conosco esteve nestes últimos anos, mesmo daqueles que somente estiveram presentes para ouvir.
De que valeria pessoas viajarem para outros lugares para organizar nossos encontros, de que valeria eu incorporar junto a este médium e falar ou de que valeria se publicar o que foi dito nos endereços virtuais do Espiritualismo Ecumênico Universal se não houvesse pessoas presentes para ouvir ou que acessassem aquilo que foi publicado? É por isso que afirmo que não foi especificamente o envolvimento meu e do plano espiritual que conosco opera ou das pessoas que tiveram como missão no mundo carnal organizarem os encontros que fez o EEU, mas sim o envolvimento de todos que estiveram presentes em nossas conversas ou que se sintonizaram nos endereços virtuais. Foi esta presença que criou a onda da Doutrina Espiritualista Ecumênica que se faz presente hoje no mundo humano.
Ontem, quando iniciamos as conversas deste último encontro do qual participo, respondendo a uma pergunta minha (o que é preciso fazer para que a doutrina continue depois do fim do EEU), cada um dos aqui presentes deu a sua opinião a respeito da continuidade da presença da doutrina que transmitimos depois do fim de nossas conversas. Todos que aqui se apresentaram expuseram o que na sua visão seria uma forma para levar os ensinamentos trazidos por nosso trabalho a outras pessoas. Mas, reparem que não perguntei como achar novos adeptos à doutrina, mas sim em como fazê-la continuar presente depois que não mais houver reuniões programadas com a presença do plano espiritual para trazer novos ensinamentos.
A nossa preocupação quando fizemos a pergunta não estava, nem nunca esteve, focada em conseguir uma quantidade grande de adeptos àquilo que ensinamos. Nunca estivemos preocupados com quantidade. Sempre estivemos preocupados em levar uma nova forma de viver, mesmo que seja só para alguns, do que nos tornarmos conhecidos por muitos, sem conseguir ajudá-los realmente. Por isso, quando fiz a pergunta no início desta nossa última jornada, minha intenção nunca foi descobrir uma forma para que vocês servissem de arauto para amealhar mais fiéis, mas sim saber como planejam vivenciar os ensinamentos doutrinários que trouxemos, e que segundo vocês mesmos trouxe benefícios à vivência de cada um, depois do fim destas nossas conversas. 
Sim, eu acredito que estão preocupados com a continuidade da doutrina dentro de vocês, pois o resultado que até aqui ela apresentou lhes foi benéfico. Por isso a minha preocupação com esta questão. É por conta desta preocupação que neste momento em que simbolicamente me despeço de vocês, quero falar um pouco sobre esta continuidade...
A Doutrina Espiritualista Ecumênica só continuará existindo no lugar que ela precisa estar, dentro de você, se o envolvimento de cada um com ela continuar existindo. Se não houver este envolvimento, ela deixará de existir, pois será enterrada na consciência de cada um pelos apelos do dia a dia.
Repare que não estou falando em envolvimento com o EEU, com Joaquim ou com qualquer membro de nossa comunidade. Estou falando no seu envolvimento exclusivamente com os ensinamentos que recebeu. Também não estou falando num envolvimento como um divulgador do que foi recebido a outras pessoas, mas no seu envolvimento íntimo com as premissas que se colocadas em prática lhe levam a vivenciar de forma mais amena os acontecimentos do mundo carnal. O futuro da Doutrina Espiritualista Ecumênica dentro de você, que é o lugar onde ela deve sobreviver, está diretamente ligado ao seu envolvimento com as premissas que geram uma nova forma de viver.
Novas pessoas poderão vir e com certeza se juntarão à nossa comunidade futuramente, como aliás já aconteceu neste encontro, mas isso não acontecerá porque alguém foi buscá-las: elas serão trazidas porque este acontecimento faz parte do destino de cada um, faz parte do planejamento da encarnação de cada ser universal. Se não houver esta previsão, por mais que se faça qualquer tipo de propaganda da doutrina, elas não virão. Portanto, de nada adianta a ocupação ou a preocupação com a divulgação destes ensinamentos para atrair pessoas para o nosso convívio.
Agora, se aqueles que estiverem programados para chegar não encontrarem os que aqui já estão envolvidos com os ensinamentos, elas não ficarão. Será que você permaneceria num lugar se observasse que as pessoas que ali estão não se encontram verdadeiramente envolvidas com o que possuem? Acho que não, não é mesmo?
Portanto, tanto o presente da doutrina, assim como o futuro dela, será o resultado do envolvimento de cada um com a nova forma de viver que propomos que garantirá a permanência destes ensinamentos no mundo humano quando não houver mais o estímulo de comparecer a uma conversa comigo.
 Envolver-se com a doutrina: este é o lema para aquele que já provou o benefício que a nova forma de viver que apresentamos traz. Isto é o garantidor de novos momentos, assim como foi o fundamento básico que já gerou momentos de paz e felicidade na sua existência.
Foi o envolvimento de cada um com os ensinamentos da doutrina que levou à existência do que vivemos nos últimos dias. Foi ele também o gerador do que vivemos em outras oportunidades quando nos reunimos, seja para grandes encontros ou para conversas esporádicas. Também será ele que levará cada um a vivenciar, quer seja nas atividades das sanghas regionais ou em encontros mais amplos como é o nosso encontro anual que chamamos de Festa de Nossa Senhora, as emoções que vivemos nestes últimos dois dias.
Apesar de ter dito que o futuro da doutrina depende apenas do envolvimento íntimo de cada um com os ensinamentos, este necessita de uma coisa para poder existir: a vida em comunidade. Imaginar que existe a possibilidade de se manter este envolvimento sem que haja a vivência com uma comunidade formada por seres que possuam afinidade com a doutrina é tolice, pois o dia a dia da vida humana cobrará a atenção para seus assuntos e com isso, o envolvimento com os ensinamentos ficará relegado a segundo plano e com o tempo será esquecido.
A vivência com a comunidade de pessoas afins pode se dar de dois tipos: regularmente ou esporadicamente. O primeiro é aquele que acontece com a presença dos grupos que chamamos de sanghas. A participação regular de cada um daqueles que já experimentaram os benefícios da prática dos ensinamentos com pessoas que tenham vivido a mesma experiência é fundamental para que o envolvimento de cada um com a doutrina exista.
Outra forma de se relacionar são os encontros de maiores amplitudes, como é o caso da Festa de Nossa Senhora, que há quatorze anos vêm reunindo anualmente aqueles que convivem com os ensinamentos da Doutrina Espiritualista Ecumênica. Por isso, mais do que esperar que esta tradição seja mantida por vocês agora que não estou aqui mais para provocá-la, espero também que novos encontros sejam propostos além desta confraternização anual para que vocês continuem usando estes acontecimentos como estímulo para manterem-se envolvidos com as premissas que levam à nova forma de viver que transmitimos.
Há ainda mais uma forma de se manter o envolvimento com a doutrina: o acesso às conversas que tivemos, sejam elas em som ou texto. Muitos moram em cidades distantes ou não possuem condições de se locomover até aos encontros mais amplos e também não conhecem pessoas com quem formar uma comunidade física para compartilhar estas idéias. Para estes recomendo programarem-se para poder ter um tempo para entrar em contato com o que já foi transmitido, pois sem isso, como já disse, o dia a dia vai acabar matando o envolvimento e os benefícios gerados pela prática dos ensinamentos paulatinamente deixarão de ser vivenciados.
No entanto, seja nos encontros regulares ou nos esporádicos, a participação no convívio com a comunidade precisa seguir alguns parâmetros para que o seu envolvimento com a doutrina aconteça. Sem eles, estes encontros não servirão para a finalidade que já falamos (manter acesso o envolvimento) e poderão, ainda, servir como instrumento para o seu afastamento, como foi alguns casos que vimos na conversa de ontem. Por isso, nesta mensagem final, me permitam falar um pouco destas premissas.
Em O Livro dos Espíritos há uma figura muito interessante que quero citar agora como exemplo de formação de uma comunidade. Quero citá-la para que usem esta imagem criada pelo Espírito da Verdade como elemento balizador do envolvimento necessário de cada um com os afins para que exista uma comunidade que os ajude a manter acessa dentro de vocês a chama da doutrina espiritualista ecumênica.
Na pergunta 881, quando Kardec argüiu se o homem tem o direito de acumular bens que lhe permitem repousar quando não mais possa trabalhar, a equipe de espíritos que participou da elaboração dos ensinamentos que servem como base para a formação da doutrina espírita afirmou: sim, mas deve conviver com seus bens em família, como a abelha. Como vivem as abelhas? Elas formam uma grande família onde cada um tem funções específicas e o fruto do trabalho de todos é distribuído igualmente entre os membros da colméia. Repartir igualmente tudo com todos: esta é a primeira premissa que deve nortear o relacionamento daqueles que dão importância aos ensinamentos da Doutrina Espiritualista Ecumênica numa comunidade.
Outra premissa pode ser obtida com a figura da formiga. Reparem num formigueiro. Ele é formado por seres pequenos que possuem pouca força, se comparados a seres maiores. No entanto, apesar de seu tamanho reduzido e de sua pouca força, o grupo de formigas é capaz de devastar uma grande área de mata. Por que isso acontece? Porque elas trabalham em grupo e não individualmente. É deste exemplo que vem a segunda premissa do envolvimento de cada um com a comunidade que servirá como chama para manter acesso em cada um os ensinamentos que criam uma nova forma de viver: o trabalho em equipe, ao invés de buscar realizar qualquer coisa individualmente.
 A última questão importante a ser observada na participação de encontros com outros seres que possuam afinidade com os ensinamentos da Doutrina Espiritualista Ecumênica vêm de um garoto que estava numa praia tentando salvar as milhares de águas vivas que tinham sido jogadas pelo mar na areia e que iam morrer se não devolvidas às águas. Um homem questionou o garoto sobre o que ele estava fazendo e este respondeu: tentando salvar estas águas vivas. O homem, então, do alto de sua sapiência disse: você não está vendo que são muitas e que por mais que trabalhe não conseguirá salvar a todas? Por isso digo que o seu trabalho não fará diferença... O garoto, então, respondeu: posso não fazer diferença para todas, mas para esta eu fiz... Dizendo isso, atirou mais uma água viva ao mar.
Desta história, então, retiramos a terceira premissa básica da participação de cada um nas comunidades de afins que se faz necessária para que o envolvimento com a doutrina continue existindo em você e em outros: nunca espere ajudar a todos. Ao invés de querer ser o salvador da pátria de todos, aja individualmente colaborando com cada um para que ele se conscientize da necessidade manter-se envolvido com a Doutrina Espiritualista Ecumênica.
Eis aí, portanto, as premissas que cada um deve seguir para que o envolvimento necessário para a manutenção da chama da nova forma de viver a vida em você e nos outros seja reforçado pelo relacionamento com a comunidade de afins. Ao participar dos encontros regulares ou esporádicos daqueles que comungam as mesmas idéias, ao invés de se preocupar em realizar grandes obras, esteja atento para servir a cada um individualmente. Ao invés de querer ditar ao grupo o que deve ser feito, junte-se a eles e seja apenas mais um trabalhador que segue o que o grupo determina. Ao invés de usar estes encontros para que você se beneficie com o fruto da participação, esteja preocupado em dividir a realização com todos.
Foram estas premissas que levaram aqueles que tiveram como missão o deslocamento constante para permitir que eu estivesse presente e acendesse a chama da esperança de uma nova vida em muitas pessoas. Foi de quilômetro em quilômetro que eles rodaram nestes quatorze anos mais de cem mil para que estivéssemos presente. Foi sem esperar recompensas ou reconhecimento, nem mesmo um muito obrigado, que eles possibilitaram que a mensagem chegasse a muitos. Foi sem preocuparem-se conquistar individualmente o aprendizado que geraram a oportunidade para que muitos nos descobrissem o que tínhamos para dizer. Se estas foram as premissas que construíram este trabalho, são, obviamente, elas que podem fazer com que tudo o que foi transmitido continue existindo sobre a face da Terra.
Portanto, neste encontro onde elegemos como tema a continuidade da doutrina após o fim das palestras presenciais por parte da espiritualidade, chegamos à conclusão que só existe uma forma disso acontecer: com o envolvimento de cada um com a nova forma de viver a vida que transmitimos. No entanto, para que ele exista, é preciso que cada um de vocês não se isole e sim que esteja o máximo possível em contato com seus afins para que o envolvimento não seja solapado pelos acontecimentos do dia a dia. E, para que estes encontros sejam realmente úteis neste sentido, estas três premissas precisam ser observadas por cada um dos participantes.
Esta é a mensagem final que Joaquim deixa a todos aqueles que durante todos estes anos nos honraram com a sua presença em nossas conversas ou com o acesso às informações disponibilizadas nos meios virtuais. Ela é uma mensagem que serve como orientação para todos aqueles que dão um valor positivo àquilo que ensinamos. Quem a escutar, portanto, saiba que tudo depende de cada um para que ele mesmo continue banhando-se na forma mais amena e feliz de viver a vida humana e de mais ninguém.
Apenas quero ressaltar, como último tópico desta mensagem, a importância do relacionamento, pessoal ou virtual, com as pessoas que tem afinidade pela doutrina para que cada um consiga manter-se dentro da vivência que já provou que pode proporcionar uma existência mais tranqüila. Ressalto esta importância me dirigindo àqueles que já estiveram presentes em qualquer das reuniões, com a minha presença ou não, e por qualquer motivo se contrariaram: nunca se isole...
Muitos já participam destes encontros que são necessários para que o envolvimento com a doutrina exista e leve a uma nova forma de viver a vida e, por terem tidos contrariedades durante estes encontros, não mais participam das reuniões. Nesta minha mensagem final é para estes: não façam isso...
Uma das coisas mais importantes que ensinamos ao longo destes quatorze anos foi que não devemos nos deixar levar pelas contrariedades geradas pela mente humana. Portanto, quando a mente acusar contrariedades com qualquer acontecimento que ocorra num encontro, suplante a sua mente ao invés de se afastar das reuniões. Como dissemos neste final de semana quando comentamos o assunto, o único prejudicado será você mesmo, pois é em você que o envolvimento diminuirá e com isso o que já foi obtido como nova forma de viver cada vez mais será difícil de ser alcançado.
Quero também me dirigir àqueles que imaginam que não colaboram em nada com o grupo porque não sabem cantar ou tocar música, porque não sabem comentar os ensinamentos ou porque não podem ajudar quem está precisando de socorro. Não deixem de comparecer aos encontros, pois vocês podem ajudar e muito aos irmãos. Mas, como podem ajudar? Estando presentes e ao comparecerem dizerem: Senhor, fazei de mim instrumento de Vossa vontade... Lembrem-se: Deus não escolhe os capacitados, mas capacita àqueles que se oferecem para o trabalho.
Resumindo, portanto, o tema deste encontro, eu afirmo que o que cada um pode fazer para que a Doutrina Espiritualista Ecumênica continue existindo agora que não haverá mais o seu ponto centralizador, Joaquim, é manter o seu envolvimento com ela e envolver-se com as pessoas que também valorizam positivamente este conjunto de ensinamentos. Com isso, esta nova forma de viver estará sempre presente no planeta.
De minha parte, só tenho a agradecer a todos que estiveram conosco anos, meses, dias ou mesmo poucos momentos, pois cada um que por aqui passou, mesmo que tenha levantado cinco minutos depois que iniciamos uma conversa, foi importante para a construção deste grupo de ensinamentos. Se a Doutrina Espiritualista Ecumênica existe hoje ela é o resultado da presença de cada um, do trabalho de formiguinha de cada um que esteve presente, mesmo por pequenos momentos, em nossos encontros. Por isso mesmo afirmo que ela só continuará a existir como fruto do trabalho de formiguinha de cada um.
Em nome de Deus, Senhor do Universo; em nome de Jesus Cristo, nosso mestre amado; em nome de Maria, a Senhora da Regeneração.
Nós somos o 11º Batalhão do Exército de Maria, o grupo do Espiritualismo Ecumênico Universal e sobre as ordens da mãe trabalhamos para auxiliar os espíritos encarnados no seu processo de elevação espiritual para o aproveitamento da encarnação.
Que a mãe fortaleça aquilo que está presente neste momento no coração de cada um: a emoção de ter vivenciado esta história.
Graças a Deus...

2 comentários:

  1. Foi emocionante, mas não senti despedida nenhuma..
    Senti um força gde vinda das palavras de Joaquim...ele que nos mostrou um caminho novo a seguir...aliás novo não...mas com um caminho velho cheio de novas diretrizes e verdades...uma continuação de Cristo...gostei...obrigada Joaquim, obrigada Jesus ...obrigada Maria por nos dar mais esta oportunidade de seguir....que a luz se faça presente "sempre"!!!!!!
    Telma

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  2. Gratidão por tanta sabedoria transmitida pra nós.Pai Joaquim de Aruanda jamais estará ausente,pois faz parte do mesmo Universo de Deus.
    ✋👽

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